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Funcionalidade

Assistente de IA configurável para escolas

O assistente de IA é o tutor que o aluno encontra no app da escola para tirar dúvidas de estudo. A escola define o nome, o tom de voz e o que ele pode ou não responder.

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Para quem
Diretores, coordenadores pedagógicos e donos de escolas particulares que querem oferecer um assistente de IA aos alunos, com regras definidas pela própria escola.
Tarefa que resolve
Responder às dúvidas de estudo dos alunos com um assistente que tem o nome e o tom da escola e trabalha dentro dos limites que ela configura. Ele apoia o estudo e não substitui o professor.

Veja como aparece na plataforma

Dados fictícios

Configuração da escola

Colégio Nova Geração

Nome do assistente
Nova IA
Tom de voz
Acolhedor e direto. Fala com o aluno por "você" e explica em passos curtos.
Pode responder
Dúvidas de conteúdo do ensino médio e de preparação para o ENEM.
Não responde
Notas, avaliações e assuntos pessoais. Orienta o aluno a procurar o professor ou a coordenação.

Nova IA

Assistente do Colégio Nova Geração

  1. Aluno

    Não entendi como calcular o aumento percentual. O preço foi de R$ 80 para R$ 92.

  2. Nova IA

    Vamos por partes.

    1. Ache a diferença: 92 - 80 = 12.
    2. Divida pelo preço antigo: 12 ÷ 80 = 0,15.
    3. Multiplique por 100: o aumento foi de 15%.

    Agora tente com R$ 50 e R$ 65. O que você encontrou?

  3. Aluno

    Qual foi a minha nota na prova de ontem?

  4. Nova IA

    Notas e avaliações ficam com o seu professor e com a coordenação, então não posso ajudar com isso por aqui. Posso revisar com você o conteúdo da prova, se quiser.

Exemplo de uma escola fictícia. Primeiro, a configuração escolhida: nome, tom de voz e limites. Depois, a conversa no app: uma dúvida de matemática respondida em passos e um pedido fora do escopo, que segue o limite definido pela escola. É uma ilustração do resultado da configuração, não a tela do painel. Uma conversa de exemplo não garante que toda resposta será igual ou correta.Exemplo ilustrativo com dados fictícios. Os números e nomes mostrados não representam resultados nem clientes reais.

Como funciona

  1. A escola decide o papel do assistente

    A coordenação define o nome do assistente, o tom de voz e o que ele pode ou não responder. Essas regras são escolhidas pela escola, não pela Edustra.

  2. A escola ativa o assistente no app

    A escola ativa o que faz sentido para ela. Na implantação, a equipe da Edustra acompanha as etapas e a escola não precisa de equipe de TI.

  3. O aluno pergunta no app

    O aluno abre o Assistente IA no aplicativo da escola e escreve a dúvida. A resposta vem com o nome e o tom definidos pela escola, dentro dos limites configurados.

  4. Pedidos fora do escopo seguem o limite da escola

    Quando o pedido foge do que a escola permitiu, o assistente segue o limite definido. A escola decide, por exemplo, se notas e avaliações ficam com os professores.

  5. Professores e coordenação continuam como referência

    O assistente é apoio ao estudo. A escola combina com professores e alunos como usá-lo, orienta o aluno a conferir com o professor quando duvidar de uma resposta e revisa a configuração quando julgar necessário.

O que a escola pode fazer

  • Dar à IA o nome da escola

    O assistente aparece com o nome que a escola escolher, dentro do app com a marca dela. O aluno vê a marca da escola, não a da Edustra.

  • Escolher o tom de voz

    Mais formal ou mais próximo: a escola define como o assistente fala com os alunos, para que a conversa soe como a da própria escola.

  • Definir o que pode ou não responder

    A escola estabelece o escopo do assistente: quais assuntos ele atende e quais devem ir para o professor ou para a coordenação.

  • Ativar só o que faz sentido

    A plataforma é modular: a escola ativa as funções que quer usar, e o assistente é uma delas.

  • Manter a responsabilidade pedagógica

    Os Termos de Uso da Edustra dizem que a IA opera dentro dos limites configurados pela escola e que a escola é responsável por definir o escopo e os limites. Vale tratar a configuração como uma decisão pedagógica, com a coordenação envolvida.

Limites e o que considerar

  • O assistente pode errar. Como toda IA, ele pode dar uma resposta incompleta, imprecisa ou incorreta, mesmo com um tom seguro. Por isso é apoio ao estudo e não fonte final: o aluno deve conferir com o professor, e a escola reduz o risco com um escopo bem definido, orientação de uso e revisão da configuração quando aparecer uma resposta inadequada.
  • Configurar não é treinar. Esta página descreve nome, tom de voz e limites. Ela não afirma que a escola treina um modelo próprio nem que o assistente aprende com documentos da escola. Se a sua escola quer que ele siga um material específico, confirme como isso funciona na demonstração.
  • Os limites valem na medida em que a escola os define. Um escopo vago deixa o assistente responder sobre assuntos que a escola não queria, e nenhuma configuração dá garantia de que toda resposta será adequada.
  • Ele não substitui o professor nem a avaliação. Segundo os Termos de Uso, os resultados gerados pela IA têm caráter auxiliar e não substituem a avaliação de profissionais de educação. Notas, correção de redação e decisões pedagógicas seguem com a equipe da escola.
  • Não é canal de acolhimento nem de atendimento às famílias. Assuntos pessoais, de saúde ou de convivência devem seguir os canais da escola. Vale deixar isso claro nos limites do assistente e orientar o aluno a procurar a coordenação.
  • Não há promessa de resultado. A página não afirma que o assistente melhora notas, aumenta o tempo de estudo ou reduz a evasão. O efeito depende de como a escola o configura e o incorpora à rotina.

Antes de ativar: o que a escola precisa decidir

  • Nome e tom

    Escolham como o assistente se apresenta e como fala com os alunos. Vale alinhar com a forma como a escola já se comunica.

  • Escopo e limites

    Listem os assuntos que o assistente atende, como dúvidas de conteúdo, e os que devem ir para professores ou coordenação, como notas.

  • Regras de uso com os alunos

    Combinem como o assistente entra na rotina: apoio ao estudo, com o professor como referência. Deixem claro que a IA pode errar.

  • Privacidade

    Segundo a Política de Privacidade da Edustra, os dados enviados à IA, como perguntas, textos de redações e imagens de exercícios, são processados para fornecer o serviço contratado, e a escola contratante define os limites e o escopo de atuação da IA. Leiam a Política e a página de Segurança e LGPD antes de ativar.

Perguntas frequentes

Quem define o que o assistente pode responder?

A escola. Ela configura o nome, o tom de voz e os limites do assistente, isto é, o que ele pode ou não responder. Segundo os Termos de Uso, a IA opera dentro desses limites e a escola é responsável por defini-los.

O assistente pode errar? O que a escola pode fazer?

Pode. Como toda IA, ele pode dar respostas incompletas ou incorretas. A escola pode limitar o escopo aos assuntos que quer atender, orientar os alunos a conferirem com o professor, combinar com os professores como usar o assistente e revisar a configuração quando aparecer uma resposta inadequada. O professor continua sendo a referência.

O que a escola pode configurar e o que não está incluído?

A escola configura o nome, o tom de voz e o escopo do assistente, isto é, o que ele pode ou não responder. Esta página não descreve outras opções, como treinar um modelo próprio ou escolher o modelo de IA. Se a sua escola precisa de algo além disso, pergunte na demonstração.

O assistente responde com base no material da minha escola?

A escola define o escopo do assistente. Já o material que a escola envia à plataforma gera resumos, quizzes e flashcards, na função Material didático digital. Esta página não afirma que o assistente consulta o material enviado: peça essa confirmação na demonstração, com o seu caso.

O que acontece com as perguntas dos alunos?

Segundo a Política de Privacidade da Edustra, os dados enviados à IA, como perguntas, textos de redações e imagens de exercícios, são processados para fornecer o serviço contratado, e a escola contratante define os limites e o escopo de atuação da IA. Quem na escola pode ver o histórico das conversas não está descrito aqui: pergunte na demonstração e leia a Política de Privacidade e a página de Segurança e LGPD.

Qual é a diferença para uma IA genérica?

O que muda é quem define as regras. No assistente da Edustra, o nome, o tom de voz e os limites são definidos pela escola. Isso não elimina os erros que qualquer IA pode ter nem substitui o professor. Os artigos do blog indicados no fim da página discutem o argumento; esta página descreve o que a escola de fato configura.

Preciso de equipe de TI para ativar o assistente?

Não é necessário ter equipe de TI. A escola administra a plataforma pelo painel, sem conhecimento técnico avançado, e a equipe da Edustra acompanha a implantação.

Veja o assistente na demonstração

A equipe da Edustra mostra o assistente, explica o que a escola configura e responde às dúvidas sobre limites, privacidade e uso com os alunos.

Guias para aprofundar