Assistente de IA configurável para escolas
O assistente de IA é o tutor que o aluno encontra no app da escola para tirar dúvidas de estudo. A escola define o nome, o tom de voz e o que ele pode ou não responder.
- Para quem
- Diretores, coordenadores pedagógicos e donos de escolas particulares que querem oferecer um assistente de IA aos alunos, com regras definidas pela própria escola.
- Tarefa que resolve
- Responder às dúvidas de estudo dos alunos com um assistente que tem o nome e o tom da escola e trabalha dentro dos limites que ela configura. Ele apoia o estudo e não substitui o professor.
Veja como aparece na plataforma
Configuração da escola
Colégio Nova Geração
- Nome do assistente
- Nova IA
- Tom de voz
- Acolhedor e direto. Fala com o aluno por "você" e explica em passos curtos.
- Pode responder
- Dúvidas de conteúdo do ensino médio e de preparação para o ENEM.
- Não responde
- Notas, avaliações e assuntos pessoais. Orienta o aluno a procurar o professor ou a coordenação.
Nova IA
Assistente do Colégio Nova Geração
Como funciona
A escola decide o papel do assistente
A coordenação define o nome do assistente, o tom de voz e o que ele pode ou não responder. Essas regras são escolhidas pela escola, não pela Edustra.
A escola ativa o assistente no app
A escola ativa o que faz sentido para ela. Na implantação, a equipe da Edustra acompanha as etapas e a escola não precisa de equipe de TI.
O aluno pergunta no app
O aluno abre o Assistente IA no aplicativo da escola e escreve a dúvida. A resposta vem com o nome e o tom definidos pela escola, dentro dos limites configurados.
Pedidos fora do escopo seguem o limite da escola
Quando o pedido foge do que a escola permitiu, o assistente segue o limite definido. A escola decide, por exemplo, se notas e avaliações ficam com os professores.
Professores e coordenação continuam como referência
O assistente é apoio ao estudo. A escola combina com professores e alunos como usá-lo, orienta o aluno a conferir com o professor quando duvidar de uma resposta e revisa a configuração quando julgar necessário.
O que a escola pode fazer
Dar à IA o nome da escola
O assistente aparece com o nome que a escola escolher, dentro do app com a marca dela. O aluno vê a marca da escola, não a da Edustra.
Escolher o tom de voz
Mais formal ou mais próximo: a escola define como o assistente fala com os alunos, para que a conversa soe como a da própria escola.
Definir o que pode ou não responder
A escola estabelece o escopo do assistente: quais assuntos ele atende e quais devem ir para o professor ou para a coordenação.
Ativar só o que faz sentido
A plataforma é modular: a escola ativa as funções que quer usar, e o assistente é uma delas.
Manter a responsabilidade pedagógica
Os Termos de Uso da Edustra dizem que a IA opera dentro dos limites configurados pela escola e que a escola é responsável por definir o escopo e os limites. Vale tratar a configuração como uma decisão pedagógica, com a coordenação envolvida.
Limites e o que considerar
- O assistente pode errar. Como toda IA, ele pode dar uma resposta incompleta, imprecisa ou incorreta, mesmo com um tom seguro. Por isso é apoio ao estudo e não fonte final: o aluno deve conferir com o professor, e a escola reduz o risco com um escopo bem definido, orientação de uso e revisão da configuração quando aparecer uma resposta inadequada.
- Configurar não é treinar. Esta página descreve nome, tom de voz e limites. Ela não afirma que a escola treina um modelo próprio nem que o assistente aprende com documentos da escola. Se a sua escola quer que ele siga um material específico, confirme como isso funciona na demonstração.
- Os limites valem na medida em que a escola os define. Um escopo vago deixa o assistente responder sobre assuntos que a escola não queria, e nenhuma configuração dá garantia de que toda resposta será adequada.
- Ele não substitui o professor nem a avaliação. Segundo os Termos de Uso, os resultados gerados pela IA têm caráter auxiliar e não substituem a avaliação de profissionais de educação. Notas, correção de redação e decisões pedagógicas seguem com a equipe da escola.
- Não é canal de acolhimento nem de atendimento às famílias. Assuntos pessoais, de saúde ou de convivência devem seguir os canais da escola. Vale deixar isso claro nos limites do assistente e orientar o aluno a procurar a coordenação.
- Não há promessa de resultado. A página não afirma que o assistente melhora notas, aumenta o tempo de estudo ou reduz a evasão. O efeito depende de como a escola o configura e o incorpora à rotina.
Antes de ativar: o que a escola precisa decidir
Nome e tom
Escolham como o assistente se apresenta e como fala com os alunos. Vale alinhar com a forma como a escola já se comunica.
Escopo e limites
Listem os assuntos que o assistente atende, como dúvidas de conteúdo, e os que devem ir para professores ou coordenação, como notas.
Regras de uso com os alunos
Combinem como o assistente entra na rotina: apoio ao estudo, com o professor como referência. Deixem claro que a IA pode errar.
Privacidade
Segundo a Política de Privacidade da Edustra, os dados enviados à IA, como perguntas, textos de redações e imagens de exercícios, são processados para fornecer o serviço contratado, e a escola contratante define os limites e o escopo de atuação da IA. Leiam a Política e a página de Segurança e LGPD antes de ativar.
Perguntas frequentes
Quem define o que o assistente pode responder?
A escola. Ela configura o nome, o tom de voz e os limites do assistente, isto é, o que ele pode ou não responder. Segundo os Termos de Uso, a IA opera dentro desses limites e a escola é responsável por defini-los.
O assistente pode errar? O que a escola pode fazer?
Pode. Como toda IA, ele pode dar respostas incompletas ou incorretas. A escola pode limitar o escopo aos assuntos que quer atender, orientar os alunos a conferirem com o professor, combinar com os professores como usar o assistente e revisar a configuração quando aparecer uma resposta inadequada. O professor continua sendo a referência.
O que a escola pode configurar e o que não está incluído?
A escola configura o nome, o tom de voz e o escopo do assistente, isto é, o que ele pode ou não responder. Esta página não descreve outras opções, como treinar um modelo próprio ou escolher o modelo de IA. Se a sua escola precisa de algo além disso, pergunte na demonstração.
O assistente responde com base no material da minha escola?
A escola define o escopo do assistente. Já o material que a escola envia à plataforma gera resumos, quizzes e flashcards, na função Material didático digital. Esta página não afirma que o assistente consulta o material enviado: peça essa confirmação na demonstração, com o seu caso.
O que acontece com as perguntas dos alunos?
Segundo a Política de Privacidade da Edustra, os dados enviados à IA, como perguntas, textos de redações e imagens de exercícios, são processados para fornecer o serviço contratado, e a escola contratante define os limites e o escopo de atuação da IA. Quem na escola pode ver o histórico das conversas não está descrito aqui: pergunte na demonstração e leia a Política de Privacidade e a página de Segurança e LGPD.
Qual é a diferença para uma IA genérica?
O que muda é quem define as regras. No assistente da Edustra, o nome, o tom de voz e os limites são definidos pela escola. Isso não elimina os erros que qualquer IA pode ter nem substitui o professor. Os artigos do blog indicados no fim da página discutem o argumento; esta página descreve o que a escola de fato configura.
Preciso de equipe de TI para ativar o assistente?
Não é necessário ter equipe de TI. A escola administra a plataforma pelo painel, sem conhecimento técnico avançado, e a equipe da Edustra acompanha a implantação.
Veja o assistente na demonstração
A equipe da Edustra mostra o assistente, explica o que a escola configura e responde às dúvidas sobre limites, privacidade e uso com os alunos.